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Mostrem-me à mesma!

Fala connosco para percebermos qual a turma mais adequada para ti. A aprendizagem do Lindy Hop tem muitas camadas e uma progressão muito própria. Temos várias turmas a decorrer de momento — todas em horário pós-laboral —, algumas já têm aulas há mais de dois anos, e outras há apenas poucos meses.

Lindy HopAteneu Comercial de Lisboa
turma Ben Webster . segunda-feira 20:20 às 21:50

Lindy HopBUS — Paragem Cultural
turma Cab Calloway . segunda-feira 20:30 às 22:00
turma Andy Kirk . terça-feira 21:00 às 22:30
turma Chick Webb . quarta-feira 21:00 às 22:30
turma Count Basie . quinta-feira 21:00 às 22:30

Preços:

Lindy Hop
30€/mês, 75€ pagamento trimestral

Lindy + Solo Jazz
45€/mês, 130€ pagamento trimestral

 

Neste momento está a decorrer um Crash Course para iniciados, mas está completamente esgotado.
Regularmente abrimos novas turmas, e Crash Courses para quem quer aprender as bases da nossa dança preferida com menos compromisso.

Subscreve a nossa newsletter para saberes informações sobre aulas e festas.

As nossas aulas de solo são progressivas, mas dentro de cada movimento ensinado são propostos vários níveis de dificuldade. Podes, por isso, inscrever-te nesta turma a qualquer altura.

Solo Jazz @ BUS — Paragem Cultural
Quintas-feiras, das 20:00 às 21:00
25€/mês, 65€ pagamento trimestral

Lindy Hop + Solo Jazz – 45€/mês, 130€ pagamento trimestral

Os Little Big Workshops e Crash Courses são criados com carinho para explorares mais a fundo certas partes da tua dança, e, por vezes, conseguimos contar com excelentes professores internacionais para te trazerem novas perspectivas, movimentos e formas de ver a forma como te relacionas com a música e com o teu par.

CRASH COURSE de LINDY HOP

Inscreve-te aqui

As aulas vão decorrer todas as quartas-feiras de Maio e Junho das 19:30 às 21:00, na Associação BUS – Paragem Cultural (Rua Maria, 73, Anjos)
Professores: Miguel e Solange

Preço: 60€

O Lindy Hop é uma dança a pares magnética e vibrante, sem manias, mas cheia de camadas, ao som da espectacular música Swing. Aprendê-lo é uma viagem desafiante e viciante.
Neste Crash Course, vamos trabalhar intensivamente os primeiros passos da nossa dança preferida ao longo de dois meses.
Depois do Crash Course, poderás integrar uma das turmas regulares, quando retomarem as aulas em no próximo ano lectivo.

Porque defendemos que os alunos devem sempre ser bem acompanhados pelos professores, a lotação máxima é de 10 pares*.

*Se não tens par, poderás ter mais dificuldade em conseguir um lugar na turma, pelo que o ideal é trazeres um amigo(a).

Equipamento aconselhável para estas aulas: ténis rasos com sola o mais lisa que tiveres para poderes deslizar (podes compensar com uma palmilha confortável), uma garrafa de água, uma toalha e, para quem sua mesmo muito, uma muda de roupa para depois das aulas.

 

CRASH COURSE de SAPATEADO

Inscreve-te aqui

As aulas vão decorrer todas as terças-feiras de Maio e Junho das 19:30 às 21:00, na Associação BUS – Paragem Cultural (Rua Maria, 73, Anjos)

Preço: 60€

Depois do sucesso do Little Big Workshop de Sapateado, ficaram muitos pés ansiosos por mais. A pedido de muitas famílias, a Paula Cirino Ferreira está de volta, desta feita com um Crash Course de Sapateado de dois meses!
Não percas esta oportunidade de descobrir novas formas de interpretar o ritmo, e desenvolver a tua dança, estilo, e equilíbrio. Todos são bem-vindos, quer já pratiquem outra dança ou não.

Para aproveitares estas aulas ao máximo, aconselhamos-te a que tragas sapatos rasos de sola.

A Paula formou-se  na Companhia Tapeplas, em Barcelona, e foi nesta cidade que deu aulas durante quatro anos. Actualmente, dá aulas no Tap Dance Center e podemos encontrá-la a dançar ao lado de qualquer músico que queira partilhar o ritmo com ela.

Mantém-te atento(a) a esta secção para saberes onde podes dançar.
Podes também subscrever a nossa newsletter, ou adicionar este calendário aos teus, para não perderes pitada.

A Little Big Apple foi a evolução natural da vontade dos professores de Lindy Hop e Solo Jazz David e Cátia de começar a dar aulas. Que desaguou – felizmente – num desenfreado desenrolar de turmas e práticas e festas e convites para apresentações e para dar aulas no estrangeiro… em suma, num dia maior do que as horas que havia.

Estava na altura de chamar reforços: alguns amigos e dançarinos de longa data, tão apaixonados por tudo o que é Swing como eles – a Andreia, o Guilherme, o Mário, o Miguel e a Solange.

As danças Swing – e o Lindy Hop em particular – são tão mais do que técnica, movimento, linhas e saltos aparatosos. São uma amálgama feliz de ligação e ritmo.

 

“ acreditamos que
quem sabe andar sabe dançar „

 

Aqui, encontrámos a cura perfeita para o “síndrome dos dois pés esquerdos”. E para a tristeza. Por isso queremos partilhar isto com todos.

Esta dança faz-se a gargalhadas soltas e revela amigos em toda a gente. Esta dança permite conversar sem usar palavras. Esta dança oferece um lar e um elo de ligação em qualquer ponto do globo. Esta dança dá uma nova percepção do que é conseguir, passo a passo, qualquer coisa muito nossa e que ao mesmo tempo arranca sorrisos a quem está ao nosso lado. Esta dança faz-nos ir para o meio da rua em pleno inverno esperar um amigo com um amplificador. Esta dança põe-nos ao colo um legado desconhecido de tantos, que comporta aquilo que de melhor a humanidade pode ser.

 

“ – em suma: faz-nos, todos os dias,
ter fé na humanidade.

esta dança começa e termina num abraço.
e nós gostamos de abraços „

 

Assim, venha ao nosso abraço quem tiver pés que não conseguem parar quietos e uma vontade irresistível de aprender mais e mais.

Foi na borbulhante Big Apple que nasceu o Swing, o Lindy Hop, e os Happy Feet – e a Big Apple é também uma das nossas coreografias mais queridas.

 

“ Little Big Apple é o pequeno bairro
onde moram todos os que queiram
dançar connosco „

 

Tão diferentes como os instrumentos de uma orquestra, sofremos todos de uma paixão assolapada pela música Swing e pelo Lindy Hop.

O mais difícil é arrastarem-nos para fora de uma pista de dança.

Não acreditamos que haja obstáculos incontornáveis para quem quer aprender – o que é preciso é querer, gostar, insistir, suar e rir dos erros. Sabemos que o estilo pessoal é um traço da dança tão característico como uma sarda na bochecha, e batemo-nos para que cada aluno encontre o melhor de si, de cabeça erguida e mão dada com o par.

É na dança social que nos sentimos em casa – é por essa interacção única e pela sensação de verdadeira comunidade que os Lindy Hoppers dão que andamos metidos nisto há tantos anos.

Em caso de sol, devemos estar a dançar no Jardim da Estrela.

teachers

O Lindy Hop é uma dança social a pares que teve origem no final dos anos 20, no Harlem – E.U.A. –, e conquistou o país e a Europa nas duas décadas seguintes, antes de a II Guerra Mundial e as suas mazelas levarem a música para patamares menos dançáveis, que posteriormente “repescariam” o Lindy, mas derivariam noutros estilos. Conhecendo Ella Fitzgerald, Louis Armstrong, Benny Goodman, Duke Ellington, Count Basie, Glenn Miller, Cab Calloway, Billie Holiday – para nomear apenas alguns –, conhece-se a música Swing, que é a força motriz do Lindy Hop.

Foi a primeira dança a juntar abertamente negros e brancos apesar das tensões sociais, encheu grandes salões por toda a Nova Iorque e disseminou-se pelos E.U.A. e Europa. Foi largamente homenageada no cinema da época durante cerca de 3 décadas.

Quase 40 anos depois de ser posta de parte, foi reencontrada por um grupo de curiosos que contactou alguns dos antigos dançarinos e os “obrigou” a ensinar-lhes a dança. Assim, o Lindy Hop recomeçou a propagar-se lentamente desde os anos 80 – obviamente revisitado e retocado, mas mantendo-se fiel à loucura, linhas e espontaneidade originais –, e tem vindo a ganhar terreno de forma galopante na última década.
Por cá, é dançada desde 2008, e a comunidade está a crescer entusiástica e exponencialmente. É uma dança de novos e velhos, altos e baixos, trinca-espinhas e rechonchudos.

É uma dança alegre, integradora, despretensiosa, desafiante, com movimentos bastante vistosos – baseados em danças tão famosas como o sapateado e o Charleston –, e tem um magnetismo e empatia muito particulares. É tecnicamente elaborada, cheia de camadas e subtilezas que podem escapar a um observador destreinado – tal é a alegria que transmite –, mas, à medida que nos entranhamos nesses desafios, cresce a dedicação e a vontade de saber mais.

A sua base é a ligação com o outro. Mais do que guiar e ser guiado, é uma dança composta em formato de conversa animada. Por isso sublinhamos, com certeza absoluta e sem quaisquer modéstias, que é a dança que mais sorrisos arranca a quem assiste e a quem a vive.

Tal como o Lindy Hop, o Solo/Authentic Jazz também nasceu na época de ouro do Jazz, nos anos 20/30 no Harlem (Nova Iorque) – E.U.A. –, mas, ao contrário do Lindy Hop e como o nome indica, é uma dança a solo.
Tem na sua origem movimentos rítmicos desprendidos de pretensiosismo mas com um brilho de espectacularidade que reconhecemos rapidamente dos musicais. Foi lá que muita da Broadway foi “beber” inspiração, tal como o Solo/Authentic Jazz foi “beber” ao sapateado.

Esta dança molda-se totalmente tanto à personalidade de quem a dança, como à panóplia de sensações que nos traz a música Swing. Pode por isso ser enérgica, sensual, subtil ou simplesmente disparatada e brincalhona.
Ao longo dos anos, a denominação “Dança Jazz” foi sendo utilizada para definir danças que nasceram associadas a outros estilos musicais, e daí surgiu a necessidade de adicionar a referência Solo/Authentic, para distinguir esta forma de dança com raízes afro-americanas.

O Solo/Authentic Jazz pode ser improvisado ou coreografado, pode dançar-se sozinho ou em grupo. O dançarino é mais um instrumento da orquestra.
A Big Apple Routine é uma das suas coreografias mais icónicas, tendo movimentos com nomes como Suzie-Q, Cool Breeze in the Knees, Gaze Afar, Apple Jacks e Knee Slaps.
É uma excelente forma de contar uma história através do movimento.

join the fun side of the dancefloor… we have cookies!

Tenho duas vozes, sérias dificuldades em deitar bilhetes fora, e passo o ano à espera do Natal.

O meu sabor de gelado favorito é manga e não sei calar-me quando devo.

Levo comigo para todo o lado uma ardósia imaginária onde resolvo problemas.

Gosto de dar vozes às coisas e o meu cão é sopinha-de-massa.

Ao fim de quase 30 anos descobri que gosto de chocolate!

Objectivo de vida: Erradicar a “sofazite” do mundo.

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